Programação Fevereiro 2026 | Museu Vale Extramuros
 01.Fev a 28.Fev
 Terça a sexta, das 8h às 16h30. Sábados e domingos, das 9h às 16h30
 Sala Educativo MV Extramuros - Parque Botânico Vale
L  Evento gratuito e livre para todos os públicos.

Confira a programação de fevereiro do Museu Vale:

  • Educativo MV Circula: Ações Educativa na Ação Vale+Comunidade na Praia 

Data: 1º de fevereiro (domingo)
Horário: das 8h às 12h
Local: Praia de Camburi, bairro Mata da Praia (ao lado do Maho Gastrobar).

O Museu Vale leva o Carrinho Vagão para a programação Vale+Comunidade na Praia, que acontecerá na Praia de Comburi, em Vitória.  

Carrinho Vagão é um projeto do Educativo Museu Vale que leva atividades relacionadas à história da ferrovia para diferentes regiões do Espírito Santo. Utilizando um suporte pedagógico móvel, o projeto propõe uma imersão interativa, com mediações que envolvem fotografia, sons e reflexões sobre a memória ferroviária.  

Realizado em parceria com a curadoria do Centro de Memórias, o Carrinho Vagão integra os conteúdos do Museu Vale com a história da ferrovia, promovendo uma troca enriquecedora entre os participantes e o acervo do museu. O projeto busca estreitar laços culturais e educativos entre a comunidade e o patrimônio histórico local.  

Esta ação faz parte da comemoração de 60 anos da Unidade de Tubarão Vale.  

  • Exposição Vidas em Cordel  – Edição Parque Botânico

Data: 1 a 28 de fevereiro
Local: Parque Botânico Vale 

A exposição Vidas em Cordel, parceria do Museu Vale (ES) com o Museu da Pessoa (SP), conta histórias de vida em uma linguagem carregada de rima, arte e tradição.  

A exposição, que originalmente contou com vinte e duas trajetórias de vida em forma de cordéis ilustrados, traz para a sua versão na Sala Educativo Museu Vale Extramuros, no Parque Botânico Vale, painéis ilustrados por xilogravuras que homenageiam personagens como a Dona Domingas, símbolo da luta da população negra do Espírito Santo. 

A exposição vai destacar ainda trajetórias de duas lideranças femininas capixabas: Regina Maria Ruschi, fundadora do Grupo Barra de Renda, que mantém a tradição das rendas de bilro na Barra do Jucu, em Vila Velha; e Dilvana Silva Santos, que liderou a coleta seletiva e a educação ambiental em Colatina, à frente de associação de catadores de resíduos. 

Programação de Carnaval do Museu Vale 

Data: 3 a 28 de fevereiro
Horário: Terça a sexta, das 8h às 16h30. Sábados e domingos, das 9h às 16h30
Local: Sala Educativo Extramuros no Parque Botânico Vale 

  • 3 a 15 de fevereiro | Oficina Carnavalizando com Arte Contemporânea 

Ao longo do mês de fevereiro, o Educativo do Museu Vale convida o público para uma imersão na arte brasileira e em artistas contemporâneos que marcam a história da instituição. A atividade tem como ponto de partida as experiências sensoriais de Ligia Clark, com suas máscaras e a emblemática Rede de Elásticos; além da obra Os Penetráveis de Hélio Oiticica, Divisor de Lygia Pape e das múltiplas expressões presentes nas obras de Heitor dos Prazeres. 

A oficina se expande com conteúdos inspirados nas manifestações culturais do Espírito Santo, construindo uma ambientação que funciona como uma grande instalação. Nesse cenário, o público é convidado a criar e imaginar outros carnavais possíveis, refletindo sobre festa, corpo, território e identidade. 

  • 19 a 28 de fevereiro | Oficina Outros Carnavais

Ao integrar o Carnaval às múltiplas expressões da cultura capixaba, abrimos espaço para que outros carnavais aconteçam. Entre eles, ganha destaque o Carnaval de Congo de Roda D’Água, uma das manifestações populares mais emblemáticas do Espírito Santo. Carregado de simbologias, o Congo reúne elementos que vão do lúdico e da subversão das máscaras e alegorias à força da resistência, da devoção e do toque marcante dos tambores e das casacas. 

A oficina Outros Carnavais propõe a recriação de bonecos em miniatura inspirados na estética do personagem João Bananeira, figura tradicional das festividades do Congo. Utilizando materiais orgânicos e recicláveis, os participantes são convidados a explorar formas, texturas e narrativas que atravessam essa manifestação ancestral. 

As festividades do Congo movem multidões e fortalecem identidades ao promover o encontro entre povos tradicionais, comunidades quilombolas, moradores locais e visitantes de diferentes lugares. Seus cortejos e celebrações funcionam como pontes que conectam tempos e territórios, garantindo a transmissão de conhecimentos e a permanência de saberes que seguem vivos pela força da coletividade.