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Produção de Exposições – Módulo 3 | Expografia
 15.Jun a 19.Jun
 15 a 19 de junho, das 14h às 17h
 Hub ES+, Centro de Vitória
L  Livre

A formação propõe uma introdução crítica e prática à expografia como ferramenta narrativa, abordando desde a concepção curatorial até o desenvolvimento espacial, técnico e sensorial das exposições. A partir de estudos de caso de projetos assinados por Gisele de Paula, as pessoas participantes irão compreender como luz, materialidade, fluxo, acessibilidade e atmosfera podem transformar a experiência dos públicos dentro do espaço expositivo. 

Período: 15 a 19 de junho | 14h às 17h | Vitória, ES
Inscrições: Produção de Exposições – Módulo 3 | Expografia

Programa resumido das aulas:

Aula 1 — A exposição como narrativa espacial
Curadoria, museografia e expografia. Fluxos, dramaturgia espacial e experiência do visitante. Estudo de caso: 36ª Bienal de São Paulo.

Aula 2 — Do conceito à planta
Leitura de planta expositiva. Hierarquia de obras, circulação e acessibilidade. Exercício prático de espacialização.

Aula 3 — Materialidade, luz e atmosfera
Cenotecnia, sistemas construtivos e iluminação expositiva. Cor, textura, som e construção de ambiência.

Aula 4 — Projeto executivo e produção
Memorial descritivo, detalhamento técnico e quantitativos. Cronograma, orçamento e gestão de montagem.

Aula 5 — Expografia, território e memória
Arquitetura expositiva como ferramenta política e simbólica. Narrativas afro-diaspóricas, museus decoloniais e representatividade.


Quem é Gisele de Paula?

Arquiteta, urbanista e cenógrafa com atuação voltada para arquitetura efêmera, expografia e construção de experiências sensoriais no campo da arte contemporânea. Sua trajetória reúne projetos realizados em instituições como Museu de Arte do Rio (MAR), Museu Bispo do Rosário, MAC Niterói, MUHCAB, Pinacoteca do Ceará, Instituto Inclusartiz, Caixa Cultural São Paulo, Sesc RJ e Bienal de São Paulo. Sua prática expográfica parte da ideia de que o espaço também narra histórias. A arquitetura expositiva é entendida como linguagem política, afetiva e sensorial, capaz de construir atmosferas, provocar deslocamentos e ampliar as relações entre obra, corpo e território.


Programação Gratuita e Classificação Livre